O estudo do movimento termodinâmico de partículas permeia a biologia, a engenharia espacial extrema e o preparo minucioso das receitas do cotidiano.
As escalas termométricas universais utilizadas para aferir com exatidão a agitação de partículas nos objetos materiais foram todas criadas utilizando rigorosos pontos de referências físicos na natureza real. A amigável escala Celsius (°C), amplamente dominante na sociedade contemporânea mundial fora das fronteiras estadunidenses, foi idealizada genialmente utilizando a valiosa água como seu pilar principal.
A antiquada e famosa escala americana Fahrenheit (°F), por sua vez bizarra, apresenta o marco sólido do congelamento da água destilada localizado precisamente no ponto de 32°F, atingindo a ebulição e fervura somente na altura astronômica de 212°F.
Avançando na engenharia aeroespacial dura e profunda e atingindo a sagrada química quântica moderna observada nos aceleradores de partículas milionários, nós obrigatoriamente descartamos essas escalas sociais para adotarmos o rigoroso padrão unitário Kelvin (K) e Rankine (°R).